Ontem Chico Buarque completou 82 anos de vida e resgatamos aqui através do canal Clodovil Brasil um depoimento de Oswaldo Montenegro para o programa do Clodovil sobre a importância de Chico para o Brasil
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domingo, 21 de junho de 2026
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Chico Buarque faz 82 anos; relembre destaques da carreira do artista
Artista se consolidou como um dos maiores representantes da cultura brasileira
Laura Toyama, colaboração para a CNN Brasil19/06/26 às 22:31 | Atualizado 19/06/26 às 22:31
Chico Buarque completa 82 anos nesta sexta-feira (19), como uma das principais figuras da cultura popular brasileira. O cantor e compositor carioca acumula mais de 563 obras musicais e 1.356 gravações, de acordo com o banco de dados do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista e pintora Maria Amélia Cesário Alvim, o contato com a música aconteceu ainda na infância.
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O reconhecimento de sua genialidade aconteceu em 1966, quando o cantor venceu o Festival de Música Popular Brasileira, com "A Banda" (VÍDEO), do álbum "Chico Buarque de Hollanda". A canção foi um dos fenômenos de sua geração e projetou Chico para o cenário da música brasileira.
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A estética do primeiro projeto, inclusive, se tornou viral e circula pelas redes sociais até os dias de hoje em forma de meme. Isso porque a foto de capa traz duas imagens, lado a lado, do cantor sério e sorrindo.
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Nos anos seguintes, o músico ainda lançou outros discos que também carregam seu nome. "Chico Buarque de Hollanda - vol. 2", em 1967, "Chico Buarque de Hollanda" e "Chico Buarque de Hollanda - vol. 3", de 1968, e "Chico Buarque na Itália" e o LP (disco compacto) com Sérgio Bardotti, "Chico Buarque de Holanda autointitulado", em 1969.
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Outros discos compactos foram lançados por Buarque. Foi o caso de obras como "Umas e outras" (1969) e "Apesar de Você" (1970).
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A história do artista também se confunde com a história política do país: Chico Buarque foi um dos porta-vozes da resistência contra a Ditadura Militar, assumindo um papel central na defesa da liberdade de expressão. Ele participou de manifestações como a Passeata dos Cem Mil, além de ter sido alvo de censura de suas obras.
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Por sua postura crítica e a perseguição constante, o artista se exilou na Itália em 1969. Para passar despercebido pelos censores, ele assinou músicas com o pseudônimo de Julinho da Adelaide. Hinos de resistência como “Apesar de Você” e “Cálice” atravessaram gerações como símbolo da luta popular da época.
Chico Buarque também teve notória produção literária, sendo autor de xx livros. Na década de 1990, ele escreveu romances como "Estorvo", vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance em 1992. Outros títulos ficaram marcados como expressões de memória e identidade para a crítica literária, como "Benjamim", "Budapeste", "Leite Derramado", "O Irmão Alemão" e "Essa Gente". Em 2019, ele foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado a maior honraria em literatura portuguesa.
Confira as músicas mais populares do artista no Spotify
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O reconhecimento de sua genialidade aconteceu em 1966, quando o cantor venceu o Festival de Música Popular Brasileira, com "A Banda" (VÍDEO), do álbum "Chico Buarque de Hollanda". A canção foi um dos fenômenos de sua geração e projetou Chico para o cenário da música brasileira.
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A estética do primeiro projeto, inclusive, se tornou viral e circula pelas redes sociais até os dias de hoje em forma de meme. Isso porque a foto de capa traz duas imagens, lado a lado, do cantor sério e sorrindo.
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Nos anos seguintes, o músico ainda lançou outros discos que também carregam seu nome. "Chico Buarque de Hollanda - vol. 2", em 1967, "Chico Buarque de Hollanda" e "Chico Buarque de Hollanda - vol. 3", de 1968, e "Chico Buarque na Itália" e o LP (disco compacto) com Sérgio Bardotti, "Chico Buarque de Holanda autointitulado", em 1969.
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Outros discos compactos foram lançados por Buarque. Foi o caso de obras como "Umas e outras" (1969) e "Apesar de Você" (1970).
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A história do artista também se confunde com a história política do país: Chico Buarque foi um dos porta-vozes da resistência contra a Ditadura Militar, assumindo um papel central na defesa da liberdade de expressão. Ele participou de manifestações como a Passeata dos Cem Mil, além de ter sido alvo de censura de suas obras.
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Por sua postura crítica e a perseguição constante, o artista se exilou na Itália em 1969. Para passar despercebido pelos censores, ele assinou músicas com o pseudônimo de Julinho da Adelaide. Hinos de resistência como “Apesar de Você” e “Cálice” atravessaram gerações como símbolo da luta popular da época.
Chico Buarque também teve notória produção literária, sendo autor de xx livros. Na década de 1990, ele escreveu romances como "Estorvo", vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance em 1992. Outros títulos ficaram marcados como expressões de memória e identidade para a crítica literária, como "Benjamim", "Budapeste", "Leite Derramado", "O Irmão Alemão" e "Essa Gente". Em 2019, ele foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado a maior honraria em literatura portuguesa.
Confira as músicas mais populares do artista no Spotify
"Apesar de Você"
"Construção"
"Cotidiano"
"João e Maria"
"Cálice"
"Construção"
"Cotidiano"
"João e Maria"
"Cálice"
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