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Traduzindo:
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Bonnie Tyler marcou gerações com uma das vozes mais inconfundíveis da música. Neste vídeo, relembramos sua trajetória, os maiores sucessos, os momentos que definiram sua carreira e o legado que ela deixa para milhões de fãs ao redor do mundo.
Existe um preço terrível escondido por trás da glória. E ninguém pagou mais caro do que a mulher com a voz mais poderosa do planeta. Esta é a história real de Céline Dion. Uma saga de sacrifício, controle e tragédia que Hollywood jamais te contou.
30 de março de 1968. Charlemagne, Quebec, Canadá. Uma cidade esquecida pelo mundo, onde a neve cobria não apenas as ruas, mas também as esperanças. Naquele dia gelado, nasceu Céline Marie Claudette Dion, a caçula de uma família que mais parecia um exército: 14 filhos.
Quatorze crianças. Você já parou para pensar no que isso significa? Não estamos falando de uma família numerosa e feliz como as que você via no programa “A Grande Família” na Globo nos anos 2000. Estamos falando de pobreza absoluta. A casa dos Dion não tinha luxos. Mal tinha espaço para respirar. O dinheiro era tão escasso que cada refeição era uma batalha, cada roupa era herdada, cada sonho era um luxo.
Adhémar Dion e Thérèse Tanguay Dion, seus pais, não eram empresários nem artistas consagrados. Eram músicos ambulantes, uma espécie de “orquestra cigana” que percorria bares e festas no interior do Canadá francófono tocando por gorjetas. A música não era paixão — era sobrevivência pura.
No vídeo eu mostro um dos momentos de alegria desse cãozinho nobre até no nome(Barão) quando eu chegava do trabalho, a recepção era de muito correria, latidos e rodopios em frente de casa. O amor que ele tinha por mim era grande e eu por ele.
Em outubro de 2025 ele já havia apresentado problemas nos rins e fígado, foi tratado e recuperado, no entanto tínhamos que mantê-lo com restrições alimentares por causa da deficiência renal.
Mas como todos seres vivos o dia dele chegou nesse domingo :dia 28 de junho de 2026 e com a respiração ofegante se aconchegou na seu colchãozinho e babando tentou se levantar, mas não conseguia mais ele já começava a parar...
Eu e minha esposa caímos em desespero na tentativa de encontrar algum veterinário para socorre-lo, mas num domingo com todos os Pets fechado foi impossível a tempo de salvar sua vida, iniciamos a massagem cardíaca na tentativa de ressuscita-lo, mas não deu... E quando o veterinário chegou ele já estava sem vida...
Foi um dia triste que fica na nossa história...
A data da postagem desse vídeo esta como ano 2023, mas acredito que foi bem antes.
Os cães decididamente de uns tempos para cá são considerados um dos melhores amigos do homem. Qual a razão desse fenômeno? Falta de confiança na relação humana que anda um pouco combalida? Ou um avanço no relacionamento de amizade entre o homem e os animais, que antes era supérfluo? Seja qual for a resposta digna a um estudo antropológico e sociológico, o fato que o relacionamento homem animal vem mudando a olhos vistos. É óbvio que ainda existem crueldade do homem contra os animais, mas logo são criticado por toda sociedade.
No vídeo mostra o meu cão de estimação correndo de uma lado para outro, feliz quando volto do trabalho. Amor declarado ao mim, seu tutor.
Ontem Chico Buarque completou 82 anos de vida e resgatamos aqui através do canal Clodovil Brasil um depoimento de Oswaldo Montenegro para o programa do Clodovil sobre a importância de Chico para o Brasil
Artista se consolidou como um dos maiores representantes da cultura brasileira
Laura Toyama, colaboração para a CNN Brasil19/06/26 às 22:31 | Atualizado 19/06/26 às 22:31
Chico Buarque completa 82 anos nesta sexta-feira (19), como uma das principais figuras da cultura popular brasileira. O cantor e compositor carioca acumula mais de 563 obras musicais e 1.356 gravações, de acordo com o banco de dados do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista e pintora Maria Amélia Cesário Alvim, o contato com a música aconteceu ainda na infância. . O reconhecimento de sua genialidade aconteceu em 1966, quando o cantor venceu o Festival de Música Popular Brasileira, com "A Banda" (VÍDEO), do álbum "Chico Buarque de Hollanda". A canção foi um dos fenômenos de sua geração e projetou Chico para o cenário da música brasileira. . A estética do primeiro projeto, inclusive, se tornou viral e circula pelas redes sociais até os dias de hoje em forma de meme. Isso porque a foto de capa traz duas imagens, lado a lado, do cantor sério e sorrindo. . Nos anos seguintes, o músico ainda lançou outros discos que também carregam seu nome. "Chico Buarque de Hollanda - vol. 2", em 1967, "Chico Buarque de Hollanda" e "Chico Buarque de Hollanda - vol. 3", de 1968, e "Chico Buarque na Itália" e o LP (disco compacto) com Sérgio Bardotti, "Chico Buarque de Holanda autointitulado", em 1969. . Outros discos compactos foram lançados por Buarque. Foi o caso de obras como "Umas e outras" (1969) e "Apesar de Você" (1970). . A história do artista também se confunde com a história política do país: Chico Buarque foi um dos porta-vozes da resistência contra a Ditadura Militar, assumindo um papel central na defesa da liberdade de expressão. Ele participou de manifestações como a Passeata dos Cem Mil, além de ter sido alvo de censura de suas obras. . Por sua postura crítica e a perseguição constante, o artista se exilou na Itália em 1969. Para passar despercebido pelos censores, ele assinou músicas com o pseudônimo de Julinho da Adelaide. Hinos de resistência como “Apesar de Você” e “Cálice” atravessaram gerações como símbolo da luta popular da época.
Chico Buarque também teve notória produção literária, sendo autor de xx livros. Na década de 1990, ele escreveu romances como "Estorvo", vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance em 1992. Outros títulos ficaram marcados como expressões de memória e identidade para a crítica literária, como "Benjamim", "Budapeste", "Leite Derramado", "O Irmão Alemão" e "Essa Gente". Em 2019, ele foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado a maior honraria em literatura portuguesa.
Confira as músicas mais populares do artista no Spotify
"Apesar de Você" "Construção" "Cotidiano" "João e Maria" "Cálice"
Jaqueline Goes de Jesus é uma biomédica brasileira que coordenou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do SARS-CoV-2 na América Latina. O feito ocorreu em 2020 e foi fundamental para o avanço das pesquisas de vacinas contra a Covid-19. O sequenciamento foi concluído em apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso no Brasil, um prazo significativamente menor do que a média internacional da época. O mapeamento permitiu diferenciar o genoma do vírus circulante no país daquele identificado em Wuhan, na China, auxiliando no rastreamento e contenção da doença. Devido à relevância da descoberta, Jaqueline foi homenageada nacional e internacionalmente, recebendo prêmios como o Troféu Hors Concours do Prêmio AMAERJ Patrícia Acioli. Além do coronavírus, Jaqueline também integrou a equipe de pesquisadores que sequenciou o genoma do vírus Zika. Natural de Salvador, Bahia, Jaqueline é doutora em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
É ele à direita nesta foto, recebendo um autógrafo de John Lennon. Cinco horas depois, naquele mesmo dia, ele tiraria a vida do ex-Beatle com quatro disparos diante do edifício Dakota, em Nova York. A imagem se tornaria uma das fotografias mais perturbadoras da história da música. Nela, John aparece tranquilo, gentil e aparentemente sem qualquer motivo para desconfiar do homem que está ao seu lado. Chapman havia passado boa parte do dia esperando por ele. Quando Lennon saiu do prédio naquela tarde, assinou o álbum que o admirador carregava e seguiu seu caminho normalmente. Nada naquela cena indicava o que aconteceria horas depois. Na noite de 8 de dezembro de 1980, John Lennon retornou ao Dakota acompanhado de sua esposa, Yoko Ono, após uma sessão de gravação. Quando atravessava a entrada do edifício, Chapman o aguardava novamente. Poucos segundos depois, sacou um revólver calibre .38 e disparou cinco vezes. Quatro tiros atingiram Lennon pelas costas e no ombro. Gravemente ferido, ele ainda conseguiu entrar no saguão do prédio antes de cair. Minutos depois, foi levado às pressas para o hospital. Os médicos tentaram salvá-lo, mas os ferimentos eram devastadores. John Lennon foi declarado morto aos 40 anos de idade. A notícia percorreu o mundo em questão de horas. Milhões de fãs ficaram em choque. Para muitos, não era apenas a morte de um músico. Era a perda de uma das figuras mais influentes do século XX. Como integrante dos Beatles, Lennon ajudou a revolucionar a música popular. Canções como "Imagine", "Jealous Guy" e "Instant Karma!" fizeram dele um dos artistas mais reconhecidos do planeta. Sua influência ultrapassava a música, alcançando debates sobre paz, política, liberdade de expressão e cultura. Mas sua vida também era marcada por contradições. Ele podia ser brilhante e inspirador, mas também impulsivo e difícil. Em vários momentos reconheceu erros cometidos na juventude, especialmente em relacionamentos pessoais, e passou os anos finais tentando reconstruir aspectos de sua vida. Quando foi assassinado, Lennon vivia uma fase diferente. Após um período afastado da indústria musical para dedicar mais tempo à família, havia acabado de retornar aos estúdios. Poucas semanas antes de sua morte, lançara o álbum "Double Fantasy", trabalho que simbolizava um novo capítulo de sua carreira. Muitas pessoas próximas acreditavam que ele estava mais maduro, mais tranquilo e cheio de novos planos para o futuro. Quanto a Chapman, suas motivações continuam sendo debatidas até hoje. Durante os interrogatórios, ele citou a famosa declaração de Lennon de que os Beatles eram "mais populares que Jesus" em determinados contextos da juventude dos anos 1960. Também afirmou estar obcecado pelo livro "O Apanhador no Campo de Centeio" e dizia querer alcançar notoriedade através do crime. Mais tarde, especialistas apontariam que suas ações estavam ligadas a uma combinação complexa de obsessão, problemas psicológicos e desejo de fama. O que torna o caso ainda mais perturbador é o comportamento de Chapman após os disparos. Em vez de fugir, ele permaneceu no local. Sentou-se calmamente e começou a ler um livro enquanto aguardava a chegada da polícia. Desde sua condenação, em 1981, permanece preso. Ao longo das décadas, pediu liberdade condicional diversas vezes, mas os pedidos foram repetidamente negados. Autoridades consideraram, entre outros fatores, a gravidade do crime e o impacto duradouro que ele teve sobre a sociedade. Mais de quatro décadas se passaram desde aquela noite. Ainda hoje é impossível não se perguntar o que John Lennon poderia ter criado se tivesse vivido mais tempo. Novas músicas. Novos projetos. Novas mensagens. Talvez novas transformações pessoais. Ninguém pode saber. O que se sabe é que, em 8 de dezembro de 1980, o mundo perdeu um dos artistas mais influentes de sua geração por um motivo que continua parecendo tão absurdo quanto trágico. Uma fotografia. Um autógrafo.
Ela começou a trabalhar com gravadoras, mas propuseram-lhe que mudasse de estilo.
Ela não concordou e decidiu abandonar as gravadoras, indo para o Myspace, onde encontrou o carinho de muitos fãs e viu o sucesso que fazia na internet.
Ela construiu um laboratório em seu quarto usando agulhas de costura e utensílios de cozinha porque os nazistas disseram que ela não tinha permissão para ser cientista — e depois ganhou o Prêmio Nobel pelo que descobriu ali. Turim, Itália, 1938. Rita Levi-Montalcini acabara de concluir a faculdade de medicina quando o governo italiano aprovou leis raciais que proibiam judeus de exercer carreiras acadêmicas e profissionais. Rita era judia. E era cientista. O que significava que, segundo o regime de Mussolini, agora ela não era nenhuma das duas coisas. Sem cargo universitário. Sem acesso a laboratório. Sem direito legal de praticar medicina ou conduzir pesquisas. A mensagem era clara: desaparecer ou deixar o país. Rita não fez nenhuma das duas coisas. Em vez disso, foi para o seu quarto, reuniu agulhas de costura, ferramentas de relojoeiro e qualquer equipamento científico que pudesse esconder, e construiu um laboratório. No próprio quarto. Enquanto o fascismo apertava seu cerco na Itália. Enquanto famílias judias eram perseguidas e presas. Enquanto o mundo marchava rumo à guerra, Rita sentava-se diante de uma mesa improvisada no quarto de sua infância e estudava embriões de galinha com um microscópio caseiro. Sua família achava que ela estava louca. “Rita”, diziam, “qual é o sentido disso? O mundo está acabando.” Ela continuou trabalhando. Usava ovos comprados no mercado local. Improvisava instrumentos cirúrgicos com agulhas de costura. Mantinha anotações meticulosas em cadernos que podia esconder caso soldados aparecessem. Todos os dias, dissecava embriões, estudando como as células nervosas cresciam e se conectavam. Ela não estava apenas passando o tempo. Estava realizando a pesquisa que mudaria a ciência médica para sempre. Em 1943, os nazistas invadiram o norte da Itália. A situação tornou-se insustentável. Rita e sua família fugiram para Florença, vivendo na clandestinidade, mudando constantemente de esconderijo, usando identidades falsas. Mesmo assim, ela continuou trabalhando. Levava seus cadernos consigo. Continuava pensando sobre células nervosas e padrões de crescimento. Quando Florença foi libertada, Rita trabalhou como médica em campos de refugiados, tratando soldados aliados feridos e civis deslocados. À noite, retornava às suas anotações de pesquisa. A guerra terminou. A maioria das pessoas precisaria de anos para se recuperar. Rita precisava de um laboratório. Em 1946, ela recebeu um convite da Universidade de Washington, em St. Louis. “Venha para a América. Faça sua pesquisa de forma adequada.” Ela aceitou imediatamente. E então fez a descoberta que mudou tudo. Ela estudava tumores em camundongos, tentando entender por que as células cancerígenas cresciam de forma tão agressiva. Percebeu algo estranho: quando implantava certos tumores próximos ao tecido nervoso, os nervos não apenas cresciam — eles se expandiam de forma explosiva, avançando em direção ao tumor, como se estivessem sendo chamados por ele. Havia algo naquele tumor que dizia às células nervosas para crescer. Mas o quê? Rita passou anos isolando esse fator. Testando. Comprovando. Ela descobriu uma proteína que chamou de Fator de Crescimento Nervoso (Nerve Growth Factor — NGF), uma molécula que regula como as células nervosas se desenvolvem, sobrevivem e funcionam. Isso não era apenas ciência interessante. Era algo fundamental. Compreender como as células sabem quando crescer e quando parar significava compreender o câncer, doenças neurológicas, processos de cura e a própria vida. A comunidade científica ficou estarrecida. Essa descoberta abriu campos inteiramente novos de pesquisa: neurobiologia, regulação do crescimento celular, tratamento do câncer. Em 1986, o comitê do Prêmio Nobel concedeu a Rita Levi-Montalcini e a seu colega Stanley Cohen o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. O comitê descreveu o trabalho como “um exemplo fascinante de como um observador habilidoso pode criar um conceito a partir do caos aparente”. Caos. Essa é uma palavra para descrevê-lo. Rita havia criado ciência revolucionária enquanto se escondia dos nazistas em um quarto, usando agulhas de costura. Ela tinha 77 anos quando ganhou o Prêmio Nobel. A maioria das pessoas consideraria isso o auge de uma carreira. Rita trabalhou por mais 26 anos. Tornou-se senadora vitalícia na Itália. Criou fundações para apoiar a educação de mulheres na África. Continuou pesquisando até passar dos 100 anos de idade. Quando questionada sobre sua longevidade e sua força, Rita disse: “Eu digo aos jovens: não pensem em si mesmos, pensem nos outros. Pensem no futuro que os espera, pensem no que vocês podem fazer e não tenham medo de nada.” Não tenham medo de nada. Isso vindo de uma mulher que realizou pesquisas dignas de um Nobel enquanto era caçada por fascistas. Que transformou seu quarto em laboratório porque disseram que ela não podia ser cientista. Que fugiu dos nazistas carregando cadernos de pesquisa. Que sobreviveu a uma guerra que matou milhões e saiu dela determinada a entender como a vida cresce. Rita Levi-Montalcini morreu em 2012, aos 103 anos — uma das laureadas com o Nobel que viveram por mais tempo na história. Ela passou 75 desses anos fazendo pesquisa científica. Pense no que o mundo perdeu quando Mussolini proibiu cientistas judeus de trabalhar. Quantas outras Rita Levi-Montalcinis nunca tiveram a chance? Quantas mentes brilhantes foram silenciadas? Rita sobreviveu porque era obstinada, brilhante e se recusou a aceitar que alguém pudesse lhe dizer que ela não tinha permissão para pensar. Ela construiu um laboratório em seu quarto com agulhas de costura. Descobriu uma das proteínas mais importantes da biologia humana. Ganhou o Prêmio Nobel. Viveu até os 103 anos. E fez tudo isso enquanto o mundo tentava fazê-la parar. Quando disseram que ela não podia trabalhar, ela trabalhou no quarto. Quando disseram que ela precisava se esconder, ela se escondeu com seus cadernos. Quando disseram que ela deveria desistir, ela mudou de país e continuou. Os nazistas tentaram apagá-la. O fascismo tentou silenciá-la. O tempo tentou desacelerá-la. Nenhum deles conseguiu. Porque Rita Levi-Montalcini compreendeu algo profundo: podem tirar seu laboratório, sua posição, seus direitos. Podem forçá-la à clandestinidade, fazê-la fugir, tentar fazê-la desaparecer. Mas não podem tirar sua mente. E se você se recusar a parar de pensar, se recusar a parar de questionar, se recusar a parar de trabalhar — você pode mudar o mundo a partir de um quarto, com agulhas de costura. Isso não é apenas uma carreira. É a rebeldia como forma de arte. Rita Levi-Montalcini provou que você não precisa de permissão para ser brilhante. Não precisa de reconhecimento oficial para fazer um trabalho importante. Não precisa de condições perfeitas para realizar descobertas que salvam vidas. Você só precisa se recusar a parar. Em homenagem à Dra. Rita Levi-Montalcini (1909–2012), que construiu um laboratório em seu quarto, descobriu como a vida cresce e provou que a coisa mais perigosa que alguém pode enfrentar é uma mente que não pode ser controlada.
Assista, ore e medite com esses louvores que tocam a alma. 🎶🙏
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